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1. Os árabes muçulmanos auto identificam-se como descendentes de Abraão, através de Ismael. Os demais muçulmanos se consideram descendentes espirituais de Abraão. Testes genéticos realizados por cientistas mostram que realmente há um “parentesco” entre judeus e árabes, mesmo que nenhum dos dois povos podem ser considerados racialmente puros. De que forma isso influencia sua maneira de olhar para os muçulmanos?

2. Não é raro ouvir pregações em que Ismael é considerado “o filho da outra”. A intenção é engrandecer a linhagem de Isaque e menosprezar a linhagem de Ismael, que é vista por muitos como amaldiçoada. Porém, Jacó, que também é um descendente de Abraão, teve filhos com várias mulheres e nem por isso nós, cristãos, o tratamos com menosprezo. A que se deve essa atitude? De que maneira ela pode afetar nosso ímpeto missionário em relação aos muçulmanos?

3. É possível manter, biblicamente, a afirmação feita por alguns cristãos de que os descendentes de Ismael são amaldiçoados por Deus?

4. Quedar e Nebaiote são filhos de Ismael que, com o passar do tempo, tornaram-se povos. Em Isaías 60.7 vemos que eles serão, um dia, atraídos para a Nova Jerusalém. Se isso faz parte do plano de Deus, de que forma essa profecia deveria afetar nossa atitude em relação aos descendentes de Ismael?

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